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4×100m feminino tenta final

Postado em Julho 4, 2008

Por: Guilherme Giorgi Costa

O revezamento 4×100m livre feminino do Brasil assegurou a décima quinta das 16 vagas para a prova dos Jogos Olímpicos de Pequim. Sem ter disputado o mundial do ano passado, que deu as primeiras 12 vagas para a prova, a equipe tinha uma única chance de se classificar, fazendo um dos quatro melhores tempos entre as equipes não classificadas e dessa maneira viajar a Pequim com um time completo.

Nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, a medalha de ouro ficou muito próxima e o time bateu em segundo lugar com o recorde sul-americano, cravando 3min42s34, tempo que credenciava o time para os Jogos Olímpicos. Porem, o dopping da melhor velocista do Brasil, Rebeca Gusmão, cancelou o tempo feito pelas brasileiras.

No início do ano, o quarteto teve chance de abaixar seu tempo, nadando a prova no campeonato sul-americano, em São Paulo, mas apesar da medalha de ouro, o recorde não veio e a tentativa da vaga olímpica ficou para o Troféu Maria Lenk.

Nadando com as quatro nadadoras do Pinheiros(Tatiana Lemos, Flavia Delaroli, Michelle Lenhardt e Monique Ferreira), o Brasil bateu o recorde sul-americano da prova com a marca de 3min43s88 e ficando com a terceira das quatro vagas da repescagem.

Esse tempo, e dois segundos melhor do que obtido pela seleção brasileira na décima primeira colocação de Atenas. Melhorar essa posição e o grande objetivo do time, que tem em Tatiana Lemos sua principal arma. Ela é recordista sul-americana da prova e provavelmente irá disputar a competição individual olímpica, buscando uma vaga entre as 16 melhores do mundo.

No tempo feito no Maria Lenk, Tatiana Lemos nadou para 55s33, podendo melhorar bastante, já que tem potencial para isso e ainda conta com cerca dos 7 normalmente ganhos numa saída livre no revezamento. Quem provavelmente abrirá o revezamento brasileiro será Flavia Delaroli, que deverá voltar a nadar na casa de 55s caso o Brasil queira uma final. No recorde sul-americano, ela cravou 56s16. Monique Ferreira, que provavelmente disputará os 200m e os 400m em Pequim, nadou na casa dos 55s, marcando 55s79 e deve melhorar nas olimpíadas.

Já Michelle, fez 56s10 e é outra que tem que entrar na casa de 55s para que o Brasil sonhe com algo melhor que a décima primeira posição obtida em Atenas.

Uma final olímpica deve vir apenas com um tempo abaixo de 3min40s, talvez até 3min38s, o que deixa a tarefa realmente complicada para o quarteto. Porem, o time tem muito a melhorar e contará com as atletas no auge da forma na prova que acontecerá logo no primeiro dia oficial de competições da natação.

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Japonês disputa 400m com barreira para o Brasil

Postado em Julho 2, 2008

Por: Guilherme Giorgi Costa

 

O Brasil disputará os 400m com barreiras dos Jogos Olímpicos depois da ausência em 2004. Na década de 1990, tivemos um grande barrerista, Eronildes Araújo, duas vezes finalista olímpico além de ter sido tri campeão pan-americano da prova. Depois de um hiato de quase oito anos, o Brasil volta a ter um nome importante na prova: Mahau Saguimati, que conseguiu o índice na final da prova do Troféu Brasil de atletismo, em que venceu com 49s15, superando inclusive o índice A da prova.

 

Mahau começou no atletismo no Japão, na escola, há 12 anos. Há três, então especialista em salto em altura, resolveu apostar nos 400 metros com barreira. “Comecei brincando, mas como o tempo foi bom, continuei”. Desde então, Mahau se tornou um dos melhores do Japão na prova. Seu melhor tempo na temporada, 49s30, por exemplo, o colocaria entre os seis melhores corredores japoneses.

 

 

No seu primeiro Pan-Americano, o brasileiro Mahau Saguimati conseguiu chegar a final da sua prova, os 400 m com barreiras. Com 49s63, ele chegou em sétimo.
“Estou
morando no Japão há 16 anos e vim para cá para alcançar o índice. Estou muito feliz”, afirmou o atleta nascido em Goiás, que treina na cidade de Saitama, próxima de Tóquio.

 

Os planos de Mahau para Pequim não são muito ousados. “Não estou pensando em ganhar o ouro, porque acho que ainda não estou nesse nível”, admitiu o atleta. “Mas vou treinar bastante, porque não vou pra brincar”.

 

A prova dos 400m com barreiras terão cerca de 50 atletas nos Jogos Olímpicos, com os 24 melhores indo para as semifinais. Com o tempo marcado no Troféu Brasil, ele com certeza fica entre os 24 melhores. No mundial do ano passado, a última vaga para as semifinais foi conquistada com o tempo de 49s94, bem acima do obtido em São Paulo pelo brasileiro. Aliás, bem pior que do que o antigo melhor tempo dele que era 49s30. Uma vaga na final, porém ,fica mais complicado já que terá de correr abaixo de 48s80 para ficar entre os oito melhores.

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Ginásio da Universidade da Agricultura da China

Postado em Julho 2, 2008

Com pouco mais de um mês restando para começar os Jogos Olímpicos, praticamente todos os locais de competições estão prontos. O ginásio da Universidade Agrícola da China (CAU) foi entregue ao órgão diretivo internacional (FILA) no mês de Agosto de 2007 em uma manhã de sábado com uma simbólica cerimônia de apresentação.

Localizado no terreno de CAU, o local de encontro olímpico é, por tanto, o primeiro local de encontro dos jogos concluído nas bases do terreno da universidade.

O complexo mede uma área de quase 24.000 m² e pode comportar até 8.500 pessoas.

O local será palco das competições de luta livre nos dias 16 a 21 de agosto de 2008 e do vôlei de quadra durante os jogos Paraolímpicos de Beijing, na qual acontecerão de 6 a 18 de setembro de 2008.

Após os jogos olímpicos o local será usado para eventos locais, universitários, bem como residentes das proximidades.

Veja mais fotos em nossa galeria. Clique aqui para ver mais fotos .

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4X100m sem muitas chances de medalha

Postado em Julho 2, 2008

Por: Guilherme Giorgi Costa

 

O revezamento 4×100m livre da natação masculina brasileira, quarto colocado em 1996 e medalha de bronze em 2000 além de ser atual tri campeão pan-americano, não está com a mesma força dos revezamentos 4×200m livre e 4×100m medley e é, dentre esses três, o com menos chances de um excelente resultado.

 

A vaga olímpica veio no mundial do ano passado, quando o time conseguiu ficar entre os 12 melhores. Fechando a final na oitava posição com o recorde sul-americano da prova, marcando 3min17s03. O time da final era composto por César Cielo, Nicolas Oliveira, Rodrigo Castro e Thiago Pereira.

 

Porém, a maior esperança de algum bom resultado foi alimentada depois dos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, quando a equipe brasileira formada por Fernando Silva, Eduardo Deboni, Nicolas Oliveira e César Cielo Filho, fez a prova em 3min15s90. O tempo foi o oitavo melhor do mundo em 2007, mas muito perto do quarto melhor.

Na prova do Pan, Fernando Silva abriu com o tempo de 49s72. É um tempo bom, 14 acima de seu melhor. Ele vai de reserva para Pequim, com Rodrigo Castro no seu lugar. Castro conseguiu a vaga fazendo 49s50. Se Castro fizer um tempo um pouco melhor que esse já vai ser ótimo para o time brasileiro.

A grande incógnita é Eduardo Deboni. Há mais de um ano e meio, na segunda seletiva olímpica, ele marcou 49s57 e nunca mais conseguiu nadar para perto disso se mostrando muito irregular. Pode ser até que o reserva Fernando Silva nade em seu lugar numa hipotética final olímpica. No Pan, Deboni nadou 49s15, com ajuda de cerca de 0s7 da saída do revezamento. Nicolas Oliveira nadou no Pan em 48s85, tempo próximo de seu melhor se contarmos a saída livre do revezamento. Se melhorar alguns décimos, o time pode melhorar bastante o tempo. E isso é possível.

 

O fechamento do revezamento será a arma brasileira. Cielo é um dos melhores do mundo na prova dos 100m livre e no pan nadou o revezamento em 48s18, tempo ainda considerado alto para um nadador do porte dele. No revezamento medley, por exemplo, ele nadou em 47s80, tempo que pode ser melhorado para os Jogos Olímpicos. Se marcar 47s50 coloca o Brasil entre os melhores do mundo.

 

A final olímpica é algo muito provável para a equipe brasileira. Se nadar na casa dos 3min14s o time se classifica para a final. Esse ano, apenas a França nadou para baixo dos 3min15s.

Conseguindo a vaga na final, tudo está em aberto, mas a medalha é bem complicada de vir. França, EUA e Austrália estão com um timaço, fazendo com que o pódio fique muito distante. O mais provável é uma sexta ou sétima posição. Porém, a medalha não é impossível.

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“A menina ganhou bronze”

Postado em Julho 1, 2008

A tarde começava a raiar naquele dia da pátria. Uma competição importante estava acontecendo na Alemanha. Havia algo de estranhamente belo no ar. Alguém sublime escreveria com a alma uma linda página da história do esporte brasileiro. Mas, ai de mim, só pude presenciar o evento pela metade, pois um compromisso me chamava. E a mente teimava em querer desgarrar-se de mim para cruzar o Atlântico. Ficou no mar, a ver navios. Só me restou saber o desfecho na sábia voz do meu pai:

“A menina ganhou bronze.”

Era Jade. Mais que jóia, a lira encarnada. Mais que inspiração, a poesia em pessoa. Que presenteou a nação recém liberta com uma de suas páginas mais felizes.

Antes disso, tal divindade tomou várias formas. Quando apresentada aos seus, era Fellini. Encenou, a quase um só tempo, o drama e a redenção. E, por um instante, poetizei. O choro incontido e o riso acanhado nos faz juntos por ela encantados. Mas quando no velho mundo, vestiu-se de Homero, posto que conquistou. Mas dourou-se de uma pitada de Machado, posto que não venceu.

Para surpresa – e até um pouco de decepção - dos súditos, nem derramou as lágrimas de sempre. Seu espírito transcendeu de tal forma que tomou da emoção as rédeas do seu ser. Mas, ao chegar à terra adorada, o equilíbrio de outrora se restabeleceu. Então, como se presenteasse, não conteve um pranto feliz. Que me acertou em cheio. Essa garotinha tem mesmo vocação para tocar corações. Tanta arte tinha de ter a sua apoteose num Teatro Municipal. O Brasil olímpico se curvava àquela princesinha, que exalava ternura até no jeito meio desengonçado de caminhar sobre o salto alto. A pequena duelou com gigantes. E venceu. Lutou contra as emoções. E perdeu. “Ai! Eu queria não chorar, mas…” Será uma demonstração de fragilidade? Longe disso! Em si também repousam Elis e Leila Diniz! Transgressora, porque não dança um baile de máscaras, de tão verdadeira. Inovadora, porque consegue combinar autenticidade com doçura. Mas, afinal, por que tanto ela chora? Porque sua alma é tão gigantesca que não cabe no seu metro e cinqüenta e dois. Por isso, é necessário que se expresse. E transborde.

Hoje, essa heroína vive o ano dezessete de sua existência. Em tão pouco tempo, teve muito a ensinar. Este humilde arauto, que viveu quinze anos a mais, não tem um décimo de sua força e coragem. É por isso que, hoje, ele não diz parabéns. Diz obrigado!

Felipe Rangel

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Centro Olímpico de Tênis

Postado em Junho 30, 2008

O belíssimo Centro Olímpico de Tênis será um dos palcos dos espetáculos nessas Olimpíadas. Foi meticulosamente projetado para permitir uma melhor qualidade da ventilação natural nas competições, aos atletas e públicos, proporcionando um maior conforto aos ocupantes. As partes principais formam um dodecágono com seus 12 lados e seu design se parece com o de uma de flor vista do alto.

 

Com 10 competições marcadas, o estádio cobre uma área de 16,68 hectares e possui uma construção de 26.514 m². O Estádio tem capacidade para 17.400 assentos, incluindo 10.000 assentos na parte principal; 4.000 na parte 1; 2000 assentos na parte 2; e 1400 assentos nas setes partes preliminares da competição na 2ª plataforma. As competições do tênis olímpico e o de cadeira de rodas - paraolímpicos acontecerão no Centro.

 

A parte principal é a maior entre as três formas de flores. Suas pétalas são sustentadas por 48 cordões de aço, cada um com 62 toneladas de peso e um comprimento de 17 metros. Em 17 de agosto de 2008, cerca de 10mil espectadores se juntarão para assistir a final dos jogos olímpicos de tênis.

 

Tomando por base o pequeno tamanho de uma bola de tênis, os arquitetos projetaram de forma a garantir uma melhor vista aos espectadores.

 

Veja mais fotos em nossa galeria. Clique aqui para ver as fotos.

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Sandro na prova mais rápida do atletismo

Postado em Junho 30, 2008

Por: Guilherme Giorgi Costa

O velocista Sandro Vianna disputará três provas em Pequim. Os 200m rasos, que já foram analisados pelo blog, o revezamento 4×100 que será visto posteriormente e os 100m rasos, prova que hoje será vista aqui.


O índice olímpico do amazonense veio no Torneio de Velocidade e Saltos da FPA, realizado no Estádio Ícaro de Castro Melo, no Ibirapuera, em São Paulo, no mês de fevereiro, quando ele marcou 10s21 e praticamente garantiu sua vaga na prova individual dos 100m.


Porém, a confirmação da vaga veio somente ontem durante a prova dos 100m rasos do Troféu Brasil de Atletismo. Ele terminou a prova na quarta posição com a marca de 10s37 e garantiu a vaga como o terceiro brasileiro na prova, atrás de Codó e Lenílson, graças ao índice obtido no início do ano.


O índice conquistado em fevereiro foi o melhor tempo da carreira dele, superando os 10s28 feitos na cidade de São Paulo em junho passado, tempo que o garantiu nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, ano passado. Ele porém preferiu abrir mão para se especializar em sua melhor prova, os 200m rasos, o que também pode acontecer em Pequim, mas é pouco provável.


No mundial do ano passado, ele correu a prova em 10s44 não passando da primeira rodada. Porém, é esperado que em Pequim passe ao menos para a segunda rodada, que reúne os 40 primeiros. Em Osaka, eram 72 competidores e 32 iam para segunda rodada. Algo parecido acontecerá nas olimpíadas, quando cerca de 100 atletas tentarão 40 vagas para a segunda fase. Se correr seu melhor, ou perto dele, com certeza chega na segunda rodada em que provavelmente um tempo de 10s25 deixa-o entre os 16 melhores do mundo. Uma final já é um sonho mais distante, mas ainda possível.

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Bernardinho X Ricardinho

Postado em Junho 30, 2008

Por: Guilherme Giorgi Costa

Queria eu entender o que aconteceu entre o levantador da seleção brasileira masculina de volei Ricardinho e o técnico Bernardinho. Ano passado, dias antes dos Jogos Pan-americanos, o treinador brasileiro dispensou sem muitas explicações o melhor levantador do mundo do time.

Sem explicações concretas de nenhuma das partes, a seleção continuou seu trajeto como se nada tivesse acontecido e saiu vitorioso tanto do Pan quanto da Copa do Mundo no fim do ano, garantindo assim a vaga nos Jogos Olímpicos de Pequim.
O caso parece ter passado, mesmo ninguém explicando o que aconteceu. Um fala que se decepcionou com o outro, o outro fala que quem agiu de mal fé foi um e aí que um ano depois niunguém sabe o que realmente aconteceu.

Na minha opinião, foi uma guerra de orgulho. Não sei o que aconteceu, mas imagino que dois líderes de tamanha força, orgulho e talento não conseguiam mais conviver tanto tempo juntos.
A seleção estava( e ainda está) ganhando tudo e talvez os dois não conseguissem dividir os maiores méritos, já que o técnico era considerado o grande responsável pelas conquistas mas estava sendo um pouco(bem pouco mesmo) apagado pelas brilhantes jogadas do atacante.

Para mim, culpa dos dois, que deixaram o orgulho vencer o futuro da seleção brasileira. A sorte é que o time é forte e acredito eu unido o suficiente para passar por cima disso e chegar ao ouro em Pequim.

Coloquei esse assunto de novo na roda por causa das declarações de Ricardinho para revista Universo Masculino deste mês. “O Bernardinho é uma pessoa que morreu para mim“, disse.

Cortado do grupo, o levantador afirmou na época ter sido “traído”.

Hoje, Ricardinho revela que tem pouco contato com os outros atletas. E que trata apenas de assuntos profissionais.”Agora no Treviso, com o Gustavo, será estritamente profissional. Não adianta falar que vou sair para jantar com ele porque isso não vai rolar. Mas, na quadra, jogamos juntos, não há qualquer problema”, diz o levantador.

A saída da seleção acabou também com a amizade de Ricardinho com o ponta Giba. “Não somos mais amigos, agora é tudo no profissional. Eu acreditava que ele deveria ser o cara que tinha de apontar o que fiz de errado, o que o Bernardo fez de errado. E todo mundo errou. No começo foi a pessoa que me deixou chateado, mas agora, com calma, entendo que essa é a personalidade dele, em cima do muro. Não poderia esperar do Giba essa reação porque é o jeito dele. Ele não era o amigo que eu pensava que ele fosse

“Sobre a seleção ou o relacionamento com Bernardinho, Ricardinho admite não existir nenhuma esperança de retorno. “Para mim essa história já deu muito o que falar. Passei por muita tristeza, sofri para caramba. Se ele me ligar querendo resolver o caso, simplesmente vou responder ‘não quero, muito obrigado“, disse.

O estranho é que mas ninguém no fundo não falou nada, já que ninguém tem idéia do que realmente aconteceu.

Lendo isso, faltando 45 dias para os Jogos Olímpicos imaginei que todas essas frases do ex-levantador da seleção seriam para tentar atrapalhar a preparação do time para Pequim. Porém, ele terminou a entrevista falando que torcerá pelo país em Pequim. “Daqui a pouco vão falar que eu torço contra a seleção. Isso não existe! Torço sempre por ela. Quero um pouco de paz. Na verdade, agora posso dizer que estou tranqüilo. E não tem por que me colocar como vilão”

Do fundo do meu coração não sei o que aconteceu e queria saber. Mas por tudo que li e ouvi no último ano, acredito que Ricardinho tenha sido o “culpado’ da briga. Não é possível que Bernadinho tenha o cortado o melhor jogador do mundo sem um motivo muito, mas muito forte.
Na época da seleção feminina, o ex-jogador de volei e então treinador do time das meninas do Brasil tinha desavenças com as líderes da equipe Leila e Virna mas as brigas em quadra nunca partiram para um corte.

Estranho…Muito estranho…

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Luciano vai a Pequim ajudar Murilo

Postado em Junho 29, 2008

Por: Guilherme Giorgi Costa

Luciano Pagliarini é um dos ciclistas mais experientes do Brasil e em Pequim terá a função de ajudar Murilo Fischer a tentar o improvável, mas não impossível pódio na prova de resistência do ciclismo estrada.

Pagliarini não espera brigar pela própria vitória. “Este circuito não é adequado às minhas características de ir ao sprint. É melhor para o Murilo, então eu já me ponho à disposição para deixá-lo na melhor situação possível”, afirmou o ciclista de 30 anos.

Uma vantagem dos brasileiros é a experiência no ciclismo, mas também o longo tempo em que estão em contato. Ambos moram na cidade de Treviso, na Itália, e mesmo que pedalem por equipes distintas, sempre treinam juntos quando não estão em competição. “Um dia tomamos café na casa dele, outra na minha, as famílias se freqüentam… São sete anos treinando juntos, então não poderia haver uma dupla melhor. Esta experiência vai funcionar a nosso favor”, afirmou ele.
Em Pequim, o medalhista de bronze no Pan do Rio quer apagar o mau desempenho de Atenas-2004. Principal ciclista brasileiro, ele acabou chateado com seu desempenho. Teve um pneu furado durante a prova e abandonou após perder muito tempo para consertar a bicicleta. “Em Atenas, demoraram uns 40 segundos para trocar o pneu. No ciclismo isso é muito tempo”.
Luciano treina desde 2001 na Europa, quando estreou pelo time Lampre, em que ficou até 2004, quando se transferiu para Linchigas Bianchi e no ano seguinte mudou novamente, agora para Saunier Duval, equipe que defende até hoje. Este ano, ele abandonou o giro da Itália faltando seis etapas para o encerramento, mas alegou problemas de tendinite no joelho e preferiu se retirar.

Nas poucas etapas dedicadas aos velocistas Paglia obteve um 7°, um 11° e uma 18° colocação.
No mês de julho, antes de Pequim, ele disputará mais uma vez a volta da França, a mais famosa do mundo.

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BMX não consegue classificação para Pequim

Postado em Junho 29, 2008

Por: Guilherme Giorgi Costa

A União Ciclística Internacional – UCI divulgou a lista dos 11 países que estarão participando dos Jogos Olímpicos de Pequim, na modalidade BMX Feminino, e o Brasil não está entre eles, mesmo Ana Flavia Sgobin conquistando o melhor resultado brasileiro nas principais categorias, no Mundial de BMX, realizado no dia 31 de maio, onde parou nas quartas-de-final.

Não esperava ficar fora das Olimpíadas. Confesso que ainda tinha uma expectativa, apesar de saber que estava difícil por conta dos resultados do mundial. O problema é que comecei a lutar por uma vaga em abril de 2007, mais de um ano após minhas adversárias e ainda tive a oportunidade de participar em apenas uma das etapas do BMX World Cup Supercross, que é um novo formato de pista totalmente diferenciada das pistas tradicionais” – desabafou a piloto, lembrando que as etapas do Supercross também valeram pontos para o Ranking Olímpico de Nações e que, a pista de BMX nas Olimpíadas, também é no formato do Supercross.


Coincidentemente, nesta mesma semana, a UCI também divulgou seu Ranking Individual de Pilotos 2007 / 2008, por continentes e também Overall, ou seja, o Ranking Latino Americano e o Ranking Mundial, onde Ana Flavia Sgobin se posicionou como a 2ª melhor colocada da América Latina ficando a apenas 4 pontos da 1º colocada, a Argentina Gabriela Diaz, enquanto que no Ranking Mundial, a brasileira ainda ficou entre as Top 20 do Mundo, com a 16ª colocação, sendo esses resultados de Ranking UCI, os melhores de sua carreira.


Os 11 países que estarão disputando os Jogos Olímpicos de Pequim no BMX feminino são: França, Nova Zelândia, Austrália, Argentina, República Checa, Estados Unidos, Holanda, Canadá, Inglaterra, Dinamarca e Suíça, sendo que estes três últimos, conseguiram suas vagas no Mundial. Uma comissão formada por integrantes da UCI, do Comitê Olímpico Internacional – COI e da Associação dos Comitês Olímpicos Nacionais – Anoc, ainda decidirão por mais um país participante no critério de Convite, mas o Brasil infelizmente não tem chances nesse critério, uma vez que nosso país deveria ter enviado um ofício demonstrando interesse nesse critério até novembro de 2007, o que não aconteceu.

Ana Flavia acabou injustiçada pelo regulamento de classificação olímpica, que faz o ranking por países e não por atletas. Como nenhuma ciclista brasileira, excessão feita à Ana Flavia, estava bem no ranking, o Brasil terminou apenas em 14º e deixou de fora a 16ª melhor atleta do mundo.

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