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Próxima parada- Singapura

Postado em setembro 1, 2008

POR: GUILHERME GIORGI COSTA

Um grande parâmetro para o que veremos nos Jogos Olímpicos de Londres 2012 será em 2010, os Jogos Olímpicos da Juventude, disputado para atletas entre 14 e 18 anos, na cidade de Singapura. Aliás, o evento também será um parâmetro para os Jogos de 2016, com sede ainda indefinida.
Ainda pouco divulgado, o evento terá ao todo 27 esportes e um total de 184 medalhas de ouro destribuídas. Esportes como basquete de rua, luta livre em praia e hóquei sobre patins não são disputados nos Jogos Olímpicos e serão testados para a juventude mundial. Mesmo que dêm certo, pouco provável será a inclusão destes nas olimpíadas.

Outros esportes, como nado sincronizado, pólo aquático e canoagem slaloom não serão disputados em Singapura.

A idéia veio com o sucesso do Festival Olímpico da Juventude Europeu, disputado de dois em dois anos desde 1991, com a disputa de onze esportes para atletas entre 14 e 18 anos. Os Jogos Olímpicos da Juventude será disputado aos moldes do torneio.

Sinceramente, torço para que o torneio seja importante na formação de todos os atletas mundiais mas que não caia no gosto do público em geral, como os Jogos Olímpicos. Se isso acontecer, teremos inúmeros casos de “gatos”, com atletas dando um jeito de mudar sua idade para poder concorrer ás medalhas no evento. É muito, mas muito fácil conseguir mudar a idade de um atleta, o que tornaria esse evento uma farsa.

Espero que o evento seja divulgado mas que os atletas não tenham isso como um objetivo traçado em sua carreira, como é o caso das olimpíadas tradicionais que estamos acostumados. Que o evento seja um degrau para os Jogos Olímpicos e não um evento para “disputar” público, marketing, dinheiro e vizibilidade.

A cidade de Singapura está se preparando como se fosse uma edição dos Jogos Olímpicos, com a construção de complexos esportivos. As capacidades são bem inferiores ás vistas em Pequim no início do mês, mas já temos 19 arenas esportivas prontas além de uma vila olímpica para a presença de 3500 atletas, que é o número máximo admitido pelo COI para a disputa do evento.

Teremos até julho de 2010 para nos prepararmos para a primeira edição das Olimpíadas da Juventude. Torço para o resultado brasileira seja bom, mas nada que aumente as expectativas para Londres 2012 ou para 2016. Pés no chão e a certeza que o evento é apenas um modo de preparar os atletas para o principal evento da vida deles, e não que esse seja o objetivo.

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Treinando fora…

Postado em agosto 28, 2008

POR: GUILHERME GIORGI COSTA

Muitas pessoas não creditaram a medalha de ouro de Cesar Cielo nos 50m livre a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos, já que o campeão olímpico não treina no Brasil há quatro anos e sim nos EUA, tem toda uma estrutura lá e mudou de vida por conta própria, sem interferência da Confederação. Isso tudo é verdade, mas a Confederação vem fazendo seu papel.

A principal função das Confederações não é criar medalhistas e sim uma estrutura para que possamos chegar na olimpíada ou no mundial com chances de medalhas. E a CBDA conseguiu isso, visto que Káio Márcio, Thiago Pereira e Gabriella Silva chegaram ás finais e o país bateu o recorde nesse quesito. E ficou pouco, já que tínhamos atletas capazes de serem finalista no nado peito, nos costas além dos revezamentos masculinos que decepcionaram e o feminino medley que ficou no quase. E tivémos também resultados incríveis nas maratonas aquáticas.

O papel da Confederação foi feito. Chegamos em Pequim com chances reais de fazer 12 ou 14 finais, é só ver os tempos de nossos atletas antes dos Jogos em relação aos oitavos colocados. Mas na hora, o maior papel realmente é do atleta, tudo que poderia ser feito já tinha sido feito.

Não estou falando que a CBDA é perfeita, tem todos seus defeitos, principalmente o presidente Coracy Nunes que vontade parece ter de sobra, mas quer aparecer mais que os atletas. Só estou querendo dizer que o trabalho foi feito, os atletas melhoraram em quatro anos e não é porque o ouro veio de um atleta que treina fora que temos que esquecer o trabalho da entidade.

Falta muita coisa nesta confederação, mas ela é responsável pela evolução da natação brasileira. Esta é inegável. Agora que o Nado Sincronizado, os saltos ornamentais e principalmente o Pólo Aquático precisam de mais apoio, precisam. Principalmente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos.

Para Londres, mais uma vez, a Confederação terá de trabalhar duro para fazer com que o Brasil chegue aos Jogos Olímpicos com mais chances de finais e de medalhas que em Pequim. Essa é a missão. A condição de medalhista é com o atleta.

E para quem não considera o ouro de Cielo do Brasil Coloca uma medalha para a natação tupiniquim em 2004, já que Georgina Bardach, bronze nos 400m medley em Atenas, treinava no Brasil, como técnicos brasileiros e só evoluiu tanto graças ao talento de sua maior rival Joanna Maranhão. E o campeão do salto em distância deste ano, o panamenho Irving Salandino, saindo um pouco da natação, treina no Brasil e dedicou metade da medalha a nossa pátria. Quem não computa a medalha de Cielo para o Brasil deve computar essa.

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Medalhas não mostram desenvolvimento

Postado em agosto 27, 2008

Por: Guilherme Giorgi Costa

A imprensa em geral está criticando a participação brasileira nos Jogos Olímpicos, em que o país terminou em 23º no quadro de medalhas com três ouros, quatro pratas e oito bronzes. Porém, se por um acaso Diego Hipólito não tivesse despencado no último salto, se Tiago Camilo não tivesse levado aquele Waza-ri, se o volei masculino, na praia e na quadra, confirmasse seu ouro e se tornasse bi campeão olímpico, se o futebol feminino levasse o ouro que merecia, se os ventos fossem fortes como Sheidt e Prada estão acostumados, o Brasil terminaria com 10 medalhas de ouro, entre os 10 primeiros no quadro de medalhas e a imprensa faria festa.

Toda a crítica que está vindo agora, principalmente da imprensa Futebolística que está fechando mais uma olimpíada e só se abrirá de novo para os outros esportes daqui a quatro anos, está focada no número de medalhas e não da forma em que o Brasil participou. Alguns ouros não vieram por pura fatalidade, e se viesse a imprensa mudaria seu discurso e aplaudiria a campanha brasileira simplesmente pelo recorde de medalhas de ouro, COMO FOI EM ATENAS.

Há quatro anos, foram “apenas” 10 medalhas e metade delas de ouro. Isso deixou o Brasil em 16º e a imprensa recebeu a delegação com festa. Agora, com 50% de medalhas a mais, o Brasil está criticando a atuação do esporte brasileiro. Não adianta se basear no número de medalhas para ver o desenvolvimente do esporte no país.

No meu blog sobre Pequim, http://www.omundoempequim.blogspot.com/ , fiz um ranking que deixa as medalhas um pouco mais de lado, e dá pontos até o oitavo colocado em cada prova. O primeiro ganha 10 pontos, o segundo 8,o terceiro 6, o quarto 5, o quinto 4 , o sexto 3, o sétimo 2 e o oitavo 1. Nele, o Brasil foi 18º com a maior pontuação da história, o que mostra que o país está evoluindo sim! Falta muito para chegar num patamar próximo a uma potência olímpica, mas estamos engatinhando.

Cuba foi 28º no quadro de medalhas com dois ouros. Todos estão falando que o esporte lá decaiu, que agora nunca mais subirão. Poxa, eles levaram 28 medalhas e foram o 11º no ranking por pontos. Eles estão em muitos esportes chegando, ainda são uma potência olímpica.

Fatalidades não podem ser julgamento do desenvolvimento do esporte em um país. O que tem de ser parâmetro para o desenvolvimento é o número de finais, o número de esportes que o país fica entre os primeiros, o número de atletas com chances de medalhas. O COB divulga isso e todos os comentaristas FUTEBOLÍSTICOS criticam a forma que o Comitê apurou o resultado de Pequim 2008.

O número de medalhas em Atlanta 1996 foi 15. O número de Pequim 2008 também foi 15. O número de finalistas há 12 anos foi 22, o número de finalistas em 2008 foi 38, quase o dobro!
E ninguém dá valor para isso. O esporte está evoluindo sim, os números mostram. Chegamos a Pequim com 38 chances de medalhas, em Atlanta eram 22.

O Comitê Olímpico Brasileiro tem seus defeitos. Tem suas corrupções, tem suas robalheiras. Mas a forma que ele mediu o desempenho de Pequim não foi errada. Foi muito certa. O problema é que a cabeça do brasileiro ainda é focada somente na medalha. E ULTIMAMENTE tem se focado somente nas de ouro.

Espero que para Londres o Brasil chegue com mais chances de medalhas, tenha mais finais e consequentemente o número de pódios aumente. Mas para isso, precisa ter quatro anos de trabalho duro, nas escuras, com pouco apoio, estrutura pequena, público quase nulo nas competições no Brasil. Para daqui a quatro anos ser julgado inustamente pelo público leigo…Tem que ter MUITA, MAS MUITA VONTADE para ser atleta no Brasil. Aqui, o quarto lugar não importa, o oitavo lugar é esquecido. Só vale a medalha, e muitas vezes você mesmo com a medalha sai como vilão.Pois esta não veio de ouro.

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Brasil encerra Olimpíada com mais uma prata no vôlei masculino

Postado em agosto 24, 2008

O Brasil encerrou a sua participação nos jogos Olímpicos na madrugada deste domingo a 1hs no jogo contra a Seleção Norte-americana de vôlei de quadra. O Brasil perdeu por 3 sets a 1, com parciais de 20/25, 25/22, 25/21 e 25/23.

Infelizmente o bicampeonato Olímpico teve que ficar para a próxima. Assista os melhores momentos do jogo

Veja outros vídeos:

“Foi meu último jogo”, afirma Gustavo

Já a Itália que enfrentou o Brasil na semifinal, perdeu para a Rússia por 3 sets a 0 (25/22, 25/19 e 25/23). Assista os melhores momentos do jogo

———————————

O Brasil encerra sua participação com um bom desempenho. Foram 5 medalhas a mais que em Atenas, apesar de serem 2 ouros a menos, o Brasil teve um crescimento muito grande em diversas modalidades, além do grande aumento no número de atletas levados para as competições a cada olimpíada.

Nas próximas postagens, um resumo do desempenho do Brasil nas Olimpídas e os principais dramas ocorridos ao decorrer dos jogos Olímpicos.

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“Não queria deixar escapar de novo”, admite Falavigna

Postado em agosto 24, 2008

Natália Falavigna não queria deixar escapar mais uma vez a medalha de bronze. Em Atenas 2004, a brasileira também chegou à disputa pelo terceiro lugar, mas foi derrotada e, em sua primeira Olimpíada, terminou em quarto. Mas desta vez, agora mais experiente, a situação foi diferente. Campeã mundial em 2005, a brasileira foi derrotada na semi, mas agarrou a oportunidade na repescagem e garantiu o bronze para o Brasil.

“Veio o fantasma de 2004 na minha cabeça. Aí pensei: ‘agora não vou deixar escapar de novo’. É válido. É claro que eu não queria que acontecesse. Mas acho que amadureci”, lembrou Falavigna.

Quando questionada se entraria para a história brasileira por ser a primeira atleta do taekwondo a faturar uma medalha olímpica na modalidade, Falavigna disse que as coisas aconteceram como a atleta planejava.

“Com certeza (entrar para a história). Tive uma boa chance, as coisas aconteceram como eu queria. Tiveram uns tropeços pelo caminho, mas dei a volta por cima. Passei um ano treinando e focando tudo o que podia. Hoje era um dia muito especial e as coisas deram certo. Nos próximos quatro anos vou ter tempo de me preparar muito mais”, comemorou a brasileira.

Sobre a luta da semifinal, em que foi derrotada pela norueguesa Nina Solheim, Falavigna perdeu por uma decisão dos árbitros no golden score. No entanto, a brasileira concordou com os juízes. “Acho que foi a decisão correta dos árbitros. Minha perna não encaixava. Não consegui fazer aquele pontinho. Realmente, quem ataca mais leva a melhor. Ela chutava bastante, embora não acertasse”.

Logo após a luta do bronze, um integrante da comissão técnica brasileira ligou para a mãe de Natália, Ana Maria, e passou o telefone para a atleta. Falavigna não conseguiu conter as lágrimas e desabou. Mais calma, a brasileira disse o recado que sua mãe lhe passou pelo celular. Ana Maria falou para a esportista sorrir muito porque hoje é o dia da atleta. “Vá para o pódio. Medalha não tem cor”, afirmou.

“Volto para o Brasil amanhã, graças a Deus. Se pudesse voltava hoje. Já arrumei minha mala. Os outros atletas do taekwondo já foram embora, estou sozinha”, completou.

Fonte: Terra

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Prata, bronze e história

Postado em agosto 24, 2008

A dupla que vale ouro e também foi ouro em Atenas, trouxe mais uma medalha para o Brasil, desta vez a de bronze. Ricardo também tem uma de prata ao lado de Zé Marco. Além de completar as três cores de medalhas, Ricardo já faz parte da história. Ricardo é o terceiro atleta com mais medalhas olímpicas, atrás apenas de Robert Scheidt e Torben Grael e entre os 4 brasileiros com mais medalhas.

É uma de cada cor, mas todas têm o mesmo sentimento, de vitória, de conquista. A de Pequim conseguiu somar as outras duas em uma só com muita superação“,

Ricardo tem planos para competir mais uma Olimpíada em Londres 2012 e brigar por um possível ouro.

No jogo, a dupla venceu a dupla brasileira naturalizada georgiana Jorge e Renatão por 2 sets a 0. Primeiro set em 21/15 e segundo a 21/10.

Já a segunda dupla brasileira Márcio e Fábio Luiz, não conseguiram bater a dupla americana Rogers e Phil Dalhausse na disputa pelo ouro, perdendo por 2 sets a 1 (23/21, 17/21 e 15/4),. Dupla que são os atuais campeões mundiais.

No vôlei de praia, o Brasil então encerra sua participação nos jogos Olímpicos com duas medalhas, prata com Márcio e Fábio Luiz e bronze com a dupla Ricardo e Emanuel.

Parabéns aos nossos atletas pelo excelente resultado.

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Equipe feminina fica em 4° no revezamento 4×100

Postado em agosto 23, 2008

Um pouco atrasada a notícia por problemas no blog ontem, não poderia deixar de postar esse resultado. Mesmo não vindo medalha, pois é um excelente resultado.

A competição terminou com a Rússia em primeiro lugar levando o ouro com o tempo de 42s31, a Bélgica em segundo com 42s54 e a Nigéria em terceiro levando o bronze com o tempo de 43s04.

O Brasil ficou em quarto com o tempo de 43s14. Por pouco a equipe brasileira não levou o bronze, ficando apenas 10 centésimos da equipe nigeriana.

A equipe da Jamaica foi desclassificada por atrapalhar as britânicas.

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Vôlei feminino conquista ouro e faz história

Postado em agosto 23, 2008

Jogo espetacular. Antes os melhores resultados da seleção eram dois bronzes em Atlanta e sidney. Time que tinha a fama de seus problemas psicológicos em jogos de decisão, pode botar isso na cara da imprensa e mudar a história do vôlei feminino.

1° set: O brasil começou muito bom no jogo, não dando muitas chances pra seleção americana. fechou o set a 20/15, com uma vantagem de 10 pontos.

2°set: O Brasil inicia com uma sequencia de erros de saque e recepção muito grande, fazendo com que os EUA conseguissem abrir uma grande vantagem logo no início do set. A seleção americana empatou o jogo em 1/1, ganhando o set por 25/17.

3°set: O time entrou novamente no jogo, errou menos, explorou o bloqueio e novamente fechou com uma boa vantagem, dessa vez em 12 pontos com o set em 25/13.

4° set espetacular e muito equilibrado, várias jogadas sensacionais, brasil buscou bola la no fundo da quadra, terminando o set a 25/21 encerrando a vitória brasileira por 3 a 1.

Amanhã, chance de mais ouro no vôlei masculino. A seleção masculina enfrenta de novo um time americano às 1h da madrugada deste domingo. Agora é a hora de mandar eles pra casa com duas prata.

Parabéns ao José Roberto Guimarães. Agora com ouro em duas seleções, masculina e feminina.

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Vôlei de quadra brasileira em alta

Postado em agosto 23, 2008

Os Jogos Olímpicos estão no fim e a atenção do torcedor brasileiro, está principalmente, no Vôlei de Quadra.

Ambas as seleções conseguem classificação para a grande final, e a grande pedra no caminho, os times norte-americanos.

A equipe feminina é considerada favorita, já que vem invicta sem perder nenhum set, todas as partidas ganhas por 3 sets a 0 e o fato de que as americanas, vieram de um segundo lugar na segunda fase do torneio olímpico.

Segundo a jogadora Mari, nos amistosos pré-olímpicos, ganharam com uma certa facilidade, mas farão o máximo, pois a final com certeza será mais disputada.

Já no masculino, o favoritismo está com os adversários. O time de Bernardinho, heptacampeão da Liga Mundial, perdeu neste ano nas semifinais no Rio de Janeiro, derrota sofrida…

Todos os jogadores esperam enfrentar um grupo muito unido, já que Todd Machmann, sogro do técnico neozeland6es Hgh McCutcheon.

A disputa feminina é amanhã às 9 da manhã, e a masculina de sábado para domingo, às 1 da madrugada. Boa sorte para os nossos representantes, muita fé, e calma nessa hora!

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Maurren Higa Maggi, nossa campeã

Postado em agosto 23, 2008

Autor: Patrícia Tiemi

Depois de Ketleyn Quadros faturar o bronze no Judô, a primeira medalha olímpica individual feminina do Brasil, Maurren Maggi nos emocionou, nada melhor do que ouvir o nosso hino, e apreciar a nossa bandeira no lugar mais alto do pódio.

Natural de São Carlos, Maurren passou por inúmeras provações, entre elas, a lesão nos Jogos Olímpicos de Sidney e a acusação de doping em 2003, a qual cumpriu suspensão de 2 anos longe das pistas. Nesta época, Sofia, a pequena que tem dado mais força para essa campeã alcançar suas metas.

A marca da brasileira no salto em distância foi de 7m e 4cm, garantindo assim, a medalha de ouro, apenas 1cm à frente da consagrada Tatyana Lebedeva, a melhor de 2004.

Maurren Maggi, espera com essa conquista, incentivar as mulheres no esporte, e ao Atletismo do Brasil, que não voltava com medalha no peito, desde 1984 com Joaquim Cruz. Diz ainda, que com 32 anos de idade, pode tentar passaporte para Londres, que Deus te acompanhe nessa nova jornada que começa, e muito obrigada!

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